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há cerca de 18 horas

Acionistas aprovam fusão da Odontoprev com Bradesco Saúde e avançam na criação da Bradsaúde

Com a aprovação, avança a criação da BradSaúde, que nasce com receita combinada de cerca de R$ 52 bilhões e mais de 13 milhões de beneficiários

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Redação Conexão Saúde
PorRedação Conexão Saúde
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ANS determina transferência de carteiras de duas operadoras após falhas graves
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ANS determina transferência de carteiras de duas operadoras após falhas graves

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) determinou a alienação da carteira de beneficiários da operadora Você Total Planos de Saúde Ltda e prorrogou o prazo para a mesma operação na Plano Sigma Saúde Ltda. As decisões estão registradas nas Resoluções Operacionais nº 3.103 e nº3.099, publicadas no Diário Oficial da União (DOU) nesta terça-feira (24). A Você Total Planos de Saúde Lmitada (Registro ANS nº 42.248-7; CNPJ 37.319.040/0001-00) deve concluir a alienação de sua carteira de beneficiários em até 30 dias a partir do recebimento da intimação, ficando suspensa a comercialização de planos ou produtos da companhia. Já a Plano Sigma Saúde Ltda (Registro ANS nº 42.340-8; CNPJ 29.117.294/0001-18) teve o prazo para promover a alienação da carteira prorrogado por 15 dias, contados da data do recebimento da intimação.

Susep já registrou mais de 3 mil Corretores de Seguros em 2026
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Susep já registrou mais de 3 mil Corretores de Seguros em 2026

A Susep registrou mais de 3,1 mil Corretores de Seguros entre os dias 1º de janeiro e esta quinta-feira (02 de abril), o que representa uma média de 34 novos profissionais aptos a atuar no mercado a cada 24 horas, incluindo finais de semana e feriados. De acordo com dados atualizados pela autarquia, o total de registros ativos já chega a 151.601 Corretores de Seguros, dos quais 66.614 são empresas e 84.987, pessoas físicas. Há ainda 9.798 Corretores de Seguros com os seus registros suspensos pela autarquia e outros 755 cancelados. Segundo a Susep, 63,4% dos Corretores de Seguros registrados têm ensino superior completo e pouco menos de 17,9%, incompleto. Outro dado relevante é que o número de Corretores de Seguros com mais de 74 anos de idade (2.615) é mais de quatro vezes superior ao dos profissionais que ainda não completaram 25 anos (570). A maior parte dos Corretores de Seguros ativos atua em São Paulo (62.994) e Rio de Janeiro (15.441).

Mais de 400 mil empresas podem ser excluídas do Simples Nacional; corretoras devem ficar atentas
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Mais de 400 mil empresas podem ser excluídas do Simples Nacional; corretoras devem ficar atentas

Sócios de Corretoras de Seguros precisam ficar atentos para a empresa não ser excluída do Simples Nacional por inadimplência. Segundo a Agência Sebrae, cerca de 404 mil micros e pequenas empresas podem ser excluídas em breve. A Receita Federal já emitiu, inclusive, o Termo de Exclusão para os devedores, disponível no Domicílio Tributário Eletrônico (DTE) e no e-CAC. A orientação mais segura é verificar o DTE regularmente, se possível toda semana ou, pelo menos, uma vez por mês. “A Receita Federal recomenda esse acesso regular ao e-CAC e ao DTE, além da manutenção dos contatos atualizados para recebimento de alertas por e-mail e celular”, alerta a analista de Políticas Públicas do Sebrae, Layla Caldas. O acesso ao DTE do Simples Nacional pode ser feito neste link: https://www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional/Servicos/Grupo.aspx?grp=20&id=66 É recomendável ainda acessar, sempre que possível, o Centro Virtual de Atendimento da Receita, através deste endereço eletrônico: https://cav.receita.fazenda.gov.br/autenticacao/login Em ambos os casos, o acesso deve ser feito com a conta Gov.BR nível prata ou ouro ou certificado digital. Além disso, os Corretores de Seguros devem verificar frequentemente a caixa postal para verificar se as suas empresas estão de acordo com as obrigações e que não há qualquer problema junto à Receita. Para não ser excluído a partir de 1° de janeiro de 2027, é necessário regularizar a totalidade dos débitos, por meio de pagamento à vista ou parcelamento. O contribuinte terá 90 dias a partir da ciência do Termo de Exclusão para regularizar seus débitos com a Receita Federal ou a PGFN e não ser excluído do Simples Nacional. A ciência ocorre na data da primeira leitura, se o contribuinte acessar a mensagem dentro de 45 dias da disponibilização (desde 18 de março). Se isso não ocorrer, a ciência será compulsória a partir deste prazo. Segundo a Agência Sebrae, os donos de empresa que desejarem contestar o Termo de Exclusão deverão, no prazo de 20 dias úteis, encaminhar a contestação ao Delegado de Julgamento da Receita Federal do Brasil, via internet. DADOS São Paulo é o estado com a maior quantidade de empresas que podem ser excluídas do Simples Nacional (203 mil), seguido por Minas Gerais (69,4 mil) e Rio de Janeiro (45 mil).

Guga Pontes - Conexão Saúde

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Guga Pontes é o maior comunicador de saúde suplementar e seguros do Nordeste.

Criador do Conexão Saúde, ele dá voz aos corretores, valoriza histórias reais e fortalece conexões que geram negócios em todo o Brasil.

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O futuro da saúde digital

Mais de 400 mil empresas podem ser excluídas do Simples Nacional; corretoras devem ficar atentas
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há cerca de 18 horas
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A Saúde Suplementar se articula para enfrentar os desafios
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A Saúde Suplementar se articula para enfrentar os desafios

Em um ambiente caracterizado por crescente complexidade regulatória, pressão assistencial e elevada judicialização, a articulação coordenada de interesses passa a ser menos uma opção e mais uma condição para a sustentabilidade do sistema. A iniciativa, construída de forma conjunta por CNSaúde, FenaSaúde, Abramge e pela Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Serviços de Saúde, revela a percepção de que a fragmentação histórica da representação do setor já não responde adequadamente aos desafios atuais, que são muitos e complexos. Ao estabelecer sua sede em Brasília, o Instituto Consenso nasce com um claro direcionamento estratégico: atuar diretamente no centro decisório do país, onde se estruturam políticas públicas, se formulam normas e se consolidam entendimentos que impactam, de forma direta, a operação das empresas de saúde suplementar. Essa proximidade com os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário tende a qualificar o diálogo institucional, permitindo não apenas a defesa de interesses, mas também a construção de agendas propositivas, baseadas em evidências e em racionalidade econômica. O setor de Saúde Suplementar, regulado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar, enfrenta um cenário desafiador. O avanço tecnológico na medicina, o envelhecimento populacional, o aumento da frequência de utilização dos serviços e a ampliação do rol de coberturas obrigatórias pressionam os custos de forma contínua. Paralelamente, a judicialização impõe obrigações muitas vezes dissociadas da lógica atuarial e contratual, gerando insegurança jurídica e distorções no equilíbrio econômico-financeiro das operadoras. Nesse contexto, a ausência de voz unificada e tecnicamente estruturada fragiliza a capacidade do setor de influenciar decisões que, no limite, definem sua própria viabilidade. O Instituto Consenso surge, portanto, como uma resposta a essa lacuna. Mais do que um espaço de representação, a nova entidade tem o potencial de se consolidar como um think tank setorial, capaz de produzir conhecimento, sistematizar dados e formular propostas que dialoguem com as necessidades do sistema como um todo. Isso implica transcender a defesa corporativa imediata e avançar para uma atuação que considere o equilíbrio entre acesso, qualidade assistencial e sustentabilidade econômica. A criação do Instituto Consenso neste momento é significativa. Em um contexto pré-eleitoral, a saúde tende a ocupar posição central no debate público, frequentemente acompanhada de propostas que, embora bem-intencionadas, nem sempre consideram as complexidades operacionais e financeiras do setor. A presença de uma instituição organizada, com capacidade de interlocução qualificada, pode contribuir para elevar o nível desse debate, oferecendo subsídios técnicos e evitando soluções simplistas para problemas estruturais, como já aconteceu em relação à aprovação ao apagar das luzes do Rol Exemplificativo, em 2022. O Instituto Consenso terá ainda o papel de harmonização de interesses entre os diferentes atores que compõem o setor. Operadoras de medicina de grupo, seguradoras especializadas em saúde e outras estruturas possuem modelos de negócio, perfis de risco e estratégias distintas, o que historicamente pode ter dificultado a construção de agendas comuns. A capacidade de convergência em torno de pautas estruturantes será determinante para a efetividade da nova entidade. Assim, poderá desempenhar um papel central na reconfiguração da relação entre mercado, regulação e sistema de justiça na Saúde Suplementar brasileira, influenciando a construção de um ambiente mais previsível, equilibrado e sustentável, beneficiando não apenas as operadoras, mas todo o ecossistema que depende da saúde suplementar no país, contratantes e beneficiários. Lembramos, a Saúde Suplementar é responsável por mais de 3,5% do PIB, pelo atendimento assistencial de 53 Milhões de beneficiários de planos de saúde e 35 Milhões de beneficiários de planos odontológicos. Nos últimos anos, o pós-pandemia se mostrou desafiador, comprometendo significativamente as margens, obrigando todas as operadoras a reinventar seus processos internos, buscando resultados operacionais, o que vem produzindo resultados, restando olhar um pouco para as pequenas operadoras, que ainda não chegaram lá, mas têm papel importante no atendimento a beneficiários nos rincões do Brasil, sofrendo com a ausência de escala econômica e carteiras reduzidas, que se refletem em menor capacidade de diluir custos fixos administrativos, tecnológicos e regulatórios.

há 3 dias
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