há cerca de 17 horas

Amil avalia venda da empresa ou parte dela aos fundos Advent e Bain Capital

Operadora é uma das maiores em número de beneficiários no país. José Seripieri Filho, o Júnior, hesita em deixar gestão, mas valor da oferta pode ser decisivo. Gestoras já têm experiência no setor de saúde Os fundos Advent e Bain Capital estão dispostos a arrematar a operadora de saúde Amil, uma das maiores do país, de acordo com fontes a par das negociações. As conversas em curso ainda não têm garantia de conclusão ou do formato da operação. Como antecipou o Valor e O GLOBO confirmou, os fundos estão interessados no controle da empresa, em uma modelagem na qual ela trocaria integralmente de mãos, mas continua na mesa a hipótese de manter parte da operação sob o comando de José Seripieri Filho, conhecido no mercado como Júnior. Não é a primeira vez que estas gestoras focam suas atenções na operadora. Júnior — que fundou a Qualicorp, administradora de planos de saúde — comprou a Amil da americana UnitedHealth em 2023 e saiu vitorioso de uma disputa com o próprio Bain Capital. A transação foi avaliada à época em R$ 11 bilhões, mas a cifra incluía um passivo superior a R$ 9 bilhões. Outras tentativas foram feitas pelas gestoras de investimento em capital privado em 2024 e, de novo, no ano passado. Desde então, a Amil, que estava mergulhada em prejuízo, deu uma guinada. Em meados de 2024, Amil e Dasa, a gigante de laboratórios, apertaram as mãos e criaram uma joint-venture (parceria) com 25 hospitais, além de clínicas de oncologia. O novo grupo subiu ao segundo lugar no ranking dos maiores no setor hospitalar privado no país, atrás apenas da Rede D’Or. Consolidação no setor As finanças também se ajustaram. A Amil passou de uma receita bruta negativa de R$ 4 bilhões em 2023 para uma geração positiva de R$ 5,4 bilhões no ano passado. No primeiro trimestre deste ano, o lucro líquido da operadora foi de R$ 519,7 milhões, o que representou, porém, um recuo de quase 28% em relação à igual período do ano anterior. — Desta vez, estão colocando grana na mesa. Não tem troca de ação, não tem “mi-mi-mi”. Isso aumenta a probabilidade de sair negócio. Ele está aberto, mas ainda não se decidiu. E as conversas são preliminares —afirmou um interlocutor frequente de Júnior à coluna Capital, que pediu para não ser identificado já que as negociações não são públicas. Não está claro que tipo de acordo pode ser fechado, se é que ele virá. De um lado, os fundos pressionam por levar o controle da operadora. De outro, Júnior não planejaria deixar seu posto no comando da Amil. “O preço vai ser o balizador” para definir o que virá, diz um especialista do setor, destacando que tanto Júnior quanto Advent e Bain têm experiência “exitosa” no segmento. A Bain comprou o Grupo NotreDame Intermédica em 2014. Quatro anos depois, comandou a abertura de capital da operadora em Bolsa. Até que, em 2021, deixou o negócio, momento em que a empresa de saúde fechou a fusão com a Hapvida. As duas estão na liderança em saúde suplementar no país em número de beneficiários, sendo a Hapvida com 4,38 milhões e a NotreDame com 3,29 milhões. Na sequência, vêm Bradesco Saúde (3,27 milhões); Amil (3,10 milhões); SulAmérica (2,35 milhões) e Unimed Nacional (1,74 milhão). Os movimentos de fusões e aquisições no segmento de serviços de saúde, com hospitais e operadoras, life sciences e farma estão subindo no Brasil. Dados compilados pela consultoria KPMG mostram que houve 115 operações em 2023. No ano seguinte foram 133 e, em 2025, 141. Essa consolidação, explicam especialistas, é em parte impulsionada pelo envelhecimento da população do país e pela maior demanda por assistência em saúde privada. Grupos de maior porte, reunindo operações em diferentes frentes, como hospitais, laboratórios e planos de saúde, permitem estruturar um atendimento de ponta a ponta aos beneficiários, reduzindo custos e ampliando resultados. Procuradas, Amil e Advent não comentaram. Saiba mais

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Amil avalia venda da empresa ou parte dela aos fundos Advent e Bain Capital

Operadora é uma das maiores em número de beneficiários no país. José Seripieri Filho, o Júnior, hesita em deixar gestão, mas valor da oferta pode ser decisivo. Gestoras já têm experiência no setor de saúde Os fundos Advent e Bain Capital estão dispostos a arrematar a operadora de saúde Amil, uma das maiores do país, de acordo com fontes a par das negociações. As conversas em curso ainda não têm garantia de conclusão ou do formato da operação. Como antecipou o Valor e O GLOBO confirmou, os fundos estão interessados no controle da empresa, em uma modelagem na qual ela trocaria integralmente de mãos, mas continua na mesa a hipótese de manter parte da operação sob o comando de José Seripieri Filho, conhecido no mercado como Júnior. Não é a primeira vez que estas gestoras focam suas atenções na operadora. Júnior — que fundou a Qualicorp, administradora de planos de saúde — comprou a Amil da americana UnitedHealth em 2023 e saiu vitorioso de uma disputa com o próprio Bain Capital. A transação foi avaliada à época em R$ 11 bilhões, mas a cifra incluía um passivo superior a R$ 9 bilhões. Outras tentativas foram feitas pelas gestoras de investimento em capital privado em 2024 e, de novo, no ano passado. Desde então, a Amil, que estava mergulhada em prejuízo, deu uma guinada. Em meados de 2024, Amil e Dasa, a gigante de laboratórios, apertaram as mãos e criaram uma joint-venture (parceria) com 25 hospitais, além de clínicas de oncologia. O novo grupo subiu ao segundo lugar no ranking dos maiores no setor hospitalar privado no país, atrás apenas da Rede D’Or. Consolidação no setor As finanças também se ajustaram. A Amil passou de uma receita bruta negativa de R$ 4 bilhões em 2023 para uma geração positiva de R$ 5,4 bilhões no ano passado. No primeiro trimestre deste ano, o lucro líquido da operadora foi de R$ 519,7 milhões, o que representou, porém, um recuo de quase 28% em relação à igual período do ano anterior. — Desta vez, estão colocando grana na mesa. Não tem troca de ação, não tem “mi-mi-mi”. Isso aumenta a probabilidade de sair negócio. Ele está aberto, mas ainda não se decidiu. E as conversas são preliminares —afirmou um interlocutor frequente de Júnior à coluna Capital, que pediu para não ser identificado já que as negociações não são públicas. Não está claro que tipo de acordo pode ser fechado, se é que ele virá. De um lado, os fundos pressionam por levar o controle da operadora. De outro, Júnior não planejaria deixar seu posto no comando da Amil. “O preço vai ser o balizador” para definir o que virá, diz um especialista do setor, destacando que tanto Júnior quanto Advent e Bain têm experiência “exitosa” no segmento. A Bain comprou o Grupo NotreDame Intermédica em 2014. Quatro anos depois, comandou a abertura de capital da operadora em Bolsa. Até que, em 2021, deixou o negócio, momento em que a empresa de saúde fechou a fusão com a Hapvida. As duas estão na liderança em saúde suplementar no país em número de beneficiários, sendo a Hapvida com 4,38 milhões e a NotreDame com 3,29 milhões. Na sequência, vêm Bradesco Saúde (3,27 milhões); Amil (3,10 milhões); SulAmérica (2,35 milhões) e Unimed Nacional (1,74 milhão). Os movimentos de fusões e aquisições no segmento de serviços de saúde, com hospitais e operadoras, life sciences e farma estão subindo no Brasil. Dados compilados pela consultoria KPMG mostram que houve 115 operações em 2023. No ano seguinte foram 133 e, em 2025, 141. Essa consolidação, explicam especialistas, é em parte impulsionada pelo envelhecimento da população do país e pela maior demanda por assistência em saúde privada. Grupos de maior porte, reunindo operações em diferentes frentes, como hospitais, laboratórios e planos de saúde, permitem estruturar um atendimento de ponta a ponta aos beneficiários, reduzindo custos e ampliando resultados. Procuradas, Amil e Advent não comentaram.

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Reajuste de plano de saúde 2026 é aprovado pela ANS; veja as novas regras
Notícias
há cerca de 17 horas

Reajuste de plano de saúde 2026 é aprovado pela ANS; veja as novas regras

Planos de saúde antigos têm o reajuste de 2026 aprovado pela ANS que variam conforme a categoria que a operadora de saúde se classifica. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou os percentuais máximos de reajuste de plano de saúde em 2026. Os valores aprovados foram de até 5,52% para operadoras da Medicina de Grupo e 6,2% para Seguradoras Especializadas em Saúde. Entenda a seguir quais são os planos de saúde que terão esse reajuste em 2026 e como o cálculo é feito Quais planos de saúde terão reajuste em 2026? Segundo a ANS, os planos de saúde que terão a mensalidade reajustada são Bradesco Saúde, SulAmérica, Amil e Itauseg. Desses, apenas a Amil seguirá o percentual de 5,52%. As demais (Bradesco Saúde, SulAmérica e Itauseg) seguem o valor de 6,2% de reajuste de mensalidade. Esse reajuste vale para os contratos de planos individuais não regulamentados pela Lei n.º 9.656/1998 e vinculados a Termos de Compromisso com a ANS. Hoje, mais de 158 mil beneficiários de planos de saúde estão neste contrato. Como a ANS calculou o reajuste dos planos de saúde? A agência calcula o reajuste dos planos de saúde com base na variação de despesa e fatores adicionais, mas ela divide os planos em duas categorias: Medicina de Grupo e Seguradoras Especializadas em Saúde. Entenda: Medicina de Grupo: empresas que vendem planos e oferecem atendimento prioritário na rede própria de hospitais e clínicas. A Amil faz parte desse grupo Seguradoras Especializadas em Saúde: são instituições financeiras que têm autorização para atuar no ramo e oferecem seguros de saúde, sem possuir rede própria de hospitais ou clínicas. O Bradesco Saúde, SulAmérica e Itauseg fazem parte desse grupo Os percentuais aprovados neste ano consideraram o valor de 5,11% de variação da despesa assistencial no período mais os fatores adicionais previstos na metodologia de cálculo do teto, que variam conforme a categoria do plano de saúde: Medicina de Grupo: fator de 0,39, totalizando 5,52% Seguradoras: fator de 1,04%, totalizando 6,2% Em 2025, os percentuais máximos foram de 6,47% para Medicina de Grupo e 7,16% para Seguradoras. O reajuste vale para planos coletivos e novos contratos? Não, o reajuste vale apenas para os contratos individuais firmados antes da Lei n.º 9.656/1998 cuja operadora tenha aderido ao Termo de Compromisso junto da ANS. A Lei n.º 9.656 dispõe sobre os planos e seguros de saúde, delimitando regras para coberturas, garantias e, principalmente, reajustes nas mensalidades. Antes da Lei, cada operadora seguia regras próprias previstas em seus contratos, mas com o tempo isso gerou cláusulas conflitantes e reajustes abusivos na mensalidade. Com a criação da Lei, os planos novos, contratados a partir de 1999, seguem as regras estabelecidas na legislação. Esses planos não sofrem o reajuste aprovado agora pela agência. Além deles, tem outras modalidades de planos que seguem regras próprias de reajuste de valores, sendo eles: Planos individuais ou familiares regulamentados: seguem o teto fixado pela ANS de 5,11% para o ciclo de maio de 2026 a abril de 2027 Planos coletivos empresariais ou por adesão: o reajuste é negociado entre operadora e empresa Plano coletivo com até 29 vidas: seguem a regra do Pool de Risco onde a operadora agrupa as micro e pequenas empresas para calcular um percentual de aumento único para todos Planos antigos sem termo de compromisso: seguem índices previstos em contrato Como saber se o seu plano será reajustado? Para saber se o seu plano faz parte do reajuste de agora, é preciso consultar seu contrato para avaliar a data da contratação, tipo de contrato e a operadora responsável pelo seu plano. Também é possível entrar em contato com a operadora para consultar essa informação diretamente com a equipe de atendimento. Como organizar o orçamento com o reajuste do plano de saúde? Se o seu plano vai passar pelo reajuste, é normal se preocupar com o planejamento financeiro. Afinal, um plano de saúde é uma despesa recorrente que precisa ser considerada no momento de fazer seu orçamento, e alterações no valor podem impactar seu financeiro. Nesses momentos em que há uma necessidade de reorganização financeira, pode ser necessário contar com dinheiro extra até se estabilizar. Para isso, existem alternativas de crédito com condições atrativas e com medidas para que as parcelas caibam no seu bolso.

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há cerca de 17 horas

Seguro de Vida Individual é tema de simpósio do CSP-MG

O Clube de Seguros de Pessoas de Minas Gerais (CSP-MG) realiza, no dia 22 de julho, o 3º Simpósio com o tema “Como aumentar a proteção da sociedade”. O evento será realizado das 8h às 12h30, no auditório do SindSeg MG/GO/MT/DF, em Belo Horizonte, e reunirá especialistas de beneméritas da entidade para discutir desafios, oportunidades e perspectivas do Seguro de Vida Individual no Brasil. Participam do encontro o gerente Comercial da MAG Seguros, Pedro Henrique Torres Santos; o gerente da Filial Minas Gerais da MBM Seguradora, Michel Eloi; a superintendente Comercial MG, RJ, ES e Sul da SulAmérica, Juliana Queiroz; e o superintendente Comercial Vida da Zurich Seguros, Sergio Prates. O objetivo do evento é promover a reflexão sobre o papel do Seguro de Vida Individual na ampliação da proteção financeira da população brasileira, além de discutir caminhos para o crescimento sustentável desse segmento no mercado segurador. Segundo o presidente do CSP-MG, João Paulo Moreira de Mello, o tema ganha relevância diante do potencial de expansão do Seguro de Vida Individual no país. “Embora o mercado tenha evoluído nos últimos anos, ainda existe um grande espaço para ampliar a conscientização da sociedade sobre a importância da proteção financeira. O simpósio foi concebido para reunir profissionais que atuam diretamente nesse segmento e promover um debate qualificado sobre estratégias, tendências e oportunidades para o setor”, afirma. Mello destaca que o evento também busca contribuir para o desenvolvimento dos profissionais do setor. “Além da troca de conhecimento, o encontro proporciona networking e aproximação entre corretores, seguradoras e demais integrantes do mercado. São discussões que ajudam a fortalecer o segmento e a identificar oportunidades de negócios alinhadas às necessidades da população”, ressalta. O simpósio é gratuito. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser realizadas pelo Serviço Evento: 3º Simpósio “Como aumentar a proteção da sociedade” Tema: Seguro de Vida Individual Realização: Clube de Seguros de Pessoas de Minas Gerais (CSP-MG) Data: 22 de julho de 2026 (quarta-feira) Horário: 8h às 12h30 Local: auditório do SindSeg MG/GO/MT/DF – Av. Afonso Pena, 726, 22º andar, Centro, Belo Horizonte/MG Beneméritas participantes: MAG Seguros, MBM Seguradora, SulAmérica e Zurich Seguros

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allseg seguradora reforça presença no mercado de drones com parceria estratégica na DroneShow
Seguros
há 5 dias

allseg seguradora reforça presença no mercado de drones com parceria estratégica na DroneShow

A allseg seguradora apresentou os resultados da parceria estratégica com a Aviation Consult Services durante a DroneShow Robotics 2026, realizada de 16 a 18 de junho, em São Paulo. Nos últimos 15 meses, a companhia assumiu o 4º lugar no ranking nacional de seguro RETA (Responsabilidade do Explorador de Transporte Aéreo), segundo dados da Susep. A atuação conjunta une a capacidade subscritora da empresa à consultoria aeronáutica especializada para acelerar a expansão em um mercado promissor, que ainda possui 88% da frota sem proteção securitária. Com estande próprio no evento, considerado o maior encontro de tecnologia de drones e geotecnologia da América Latina, as marcas evidenciaram as coberturas focadas na proteção e na conformidade regulatória de operações aéreas, com destaque para o seguro obrigatório RETA e o seguro Casco para drones. O objetivo é fornecer soluções sob medida para operadores profissionais em setores como agronegócio, inspeções estruturais, segurança pública, mapeamento e produção audiovisual. Para o diretor da Unidade de Negócios da allseg seguradora, Valmir Rodrigues, a participação na feira validou a estratégia de nicho da companhia em um segmento com alta demanda reprimida. A empresa destacou-se como a única do setor com presença exclusiva no pavilhão de exposições, atraindo o interesse direto de fabricantes, operadores e Corretores de Seguros. “Fomos muito procurados por diversos profissionais interessados em entender o funcionamento e a obrigatoriedade dessa proteção", afirmou. O executivo ressaltou que a estrutura técnica desenvolvida para o produto permite flexibilidade comercial. "Disponibilizamos um seguro robusto, com diferenciais importantes como a cobertura para operações noturnas. O retorno obtido com a participação no evento ficou muito além daquilo que havíamos projetado inicialmente”, completou. Rodrigues acrescentou que a allseg fortaleceu seu corpo técnico e renovou contratos de resseguro para acompanhar o aumento da complexidade dos equipamentos, que apresentam valor agregado cada vez mais alto. “A allseg opera com uma ampla abrangência de coberturas. A companhia está muito preparada tecnica e comercialmente para atender às demandas de Corretores, fabricantes e operadores que atuam nesse segmento”, pontuou. A diretora comercial da Aviation Consult Services, Luciana Paula, avaliou que o cenário atual de expansão das operações profissionais exige maior rigor na governança de riscos e segurança operacional. Ela detalhou que o seguro Casco oferecido pela parceria protege o equipamento contra danos físicos sofridos em voo, abrangendo falhas operacionais do piloto dentro do envelope de voo, operações sobre a água ou áreas inundadas, voos noturnos e proteção para acessórios acoplados à aeronave. Em relação ao seguro obrigatório RETA, a executiva alertou para o amplo mercado a ser explorado pelos Corretores de Seguros devido ao baixo índice de conformidade no País. “O operador de drone, para poder voar dentro da legislação, tem que ter esse seguro por ser obrigatório”, explicou a diretora. Segundo ela, trata-se de uma apólice de Responsabilidade Civil que ampara danos materiais e corporais causados a terceiros. “Existe uma elevada demanda, mas ainda falta conscientização por parte dos operadores. De um total de 180 mil registros ativos junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), quase 160 mil aeronaves ainda operam sem nenhuma proteção, deixando uma vasta fatia de mercado inteiramente desassistida para os Corretores explorarem”, revelou. Luciana Paula também salientou que o rápido crescimento da allseg na modalidade aeronáutica consolida a presença das empresas em uma categoria cada vez mais relevante para o setor de alta tecnologia, desenhando soluções sob medida que vão além das apólices tradicionais de RETA e Casco. A cooperação entre a seguradora e a consultoria ainda oferece programas personalizados para frotas de fabricantes e distribuidores. A diretora da Aviation Consult Services sinaliza que o principal diferencial do modelo está na análise preditiva dos riscos de voo e na avaliação do histórico de qualificação dos pilotos. Esse processo permite uma subscrição precisa e taxas aderentes à exposição real de cada operação aérea. A presença estratégica na DroneShow 2026 reafirma a diretriz da allseg de investir em ramos especializados de alta tecnologia. “Por meio do suporte aos canais de distribuição e do desenvolvimento de produtos customizados, a companhia consolida sua posição para garantir a sustentabilidade financeira e jurídica de uma atividade econômica em acelerado crescimento no Brasil”, finaliza o diretor da seguradora, Valmir Rodrigues.

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PodCast do CSP Bahia recebe fundador do CQCS para discutir inovação e insurtechs
Notícias
há 5 dias

PodCast do CSP Bahia recebe fundador do CQCS para discutir inovação e insurtechs

O Clube de Seguros de Pessoas e Benefícios da Bahia promove, no próximo dia 14 de julho, às 19h15, mais uma edição do PodCast CSP Bahia, que terá como convidado o fundador do CQCS, Gustavo Doria Filho. A transmissão será ao vivo pelo canal da entidade no YouTube e contará com a apresentação do presidente da instituição, Antonio Daniel Mota, e do vice-presidente, Ulisses Brito. Com quase quatro décadas de atuação no mercado segurador, Gustavo Doria Filho é uma das principais referências nacionais e internacionais quando o assunto é inovação, tecnologia e transformação do setor. Fundador do CQCS, plataforma que conecta mais de 100 mil profissionais em 25 anos de atuação, ele também idealizou o CQCS Inovação, considerado o maior evento de inovação em seguros da América Latina e um dos mais relevantes do mundo. Durante o encontro, o executivo compartilhará sua visão sobre as mudanças que vêm redesenhando o mercado segurador, o avanço das insurtechs, o impacto da inteligência artificial, a evolução dos modelos de negócios e os desafios para seguradoras, corretores e profissionais que desejam se manter competitivos em um ambiente cada vez mais digital. Segundo Antonio Daniel Mota, o podcast reforça o compromisso do CSP Bahia com a disseminação do conhecimento e o debate de temas estratégicos para o desenvolvimento do mercado de seguros de pessoas. "Desde o lançamento do PodCast CSP Bahia, buscamos reunir convidados que contribuam para ampliar a visão dos profissionais do mercado sobre temas relevantes. Receber Gustavo Doria Filho é uma oportunidade de promover uma discussão qualificada sobre inovação e transformação digital com uma das maiores referências do setor. Esse é exatamente o propósito do projeto: levar conteúdo de qualidade, estimular o compartilhamento de experiências e aproximar os profissionais das principais tendências que estão moldando o futuro do mercado", afirma. O dirigente destaca ainda que o PodCast CSP Bahia se consolidou como uma iniciativa pioneira entre as entidades do setor no estado, fortalecendo a atuação institucional do Clube na promoção de conteúdo especializado e no incentivo ao desenvolvimento profissional. Além de fundador do CQCS, Gustavo Doria Filho mantém uma relação histórica com o CSP Bahia, do qual é um dos fundadores. O CQCS também integra o quadro de Beneméritas Ouro da entidade, reforçando uma parceria construída ao longo dos anos em favor do fortalecimento do mercado segurador. A live é aberta aos profissionais do mercado e demais interessados no tema. O acesso é pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=8PLucHRUZMk Serviço PodCast CSP Bahia Tema: Inovação, insurtechs e o futuro do mercado de seguros Convidado: Gustavo Doria Filho (fundador do CQCS) Apresentadores: Antonio Daniel Mota (presidente do CSP Bahia) e Ulisses Brito (vice-presidente) Data: 14 de julho (terça-feira) Horário: 19h15 Transmissão: Canal do CSP Bahia no YouTube Link: https://www.youtube.com/watch?v=8PLucHRUZMk

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Quem é o Guga Conexão

Guga Pontes

Guga Conexão é o maior comunicador de saúde suplementar e seguros do Nordeste. Criador do Conexão Saúde, ele dá voz aos corretores, valoriza histórias reais e fortalece conexões que geram negócios em todo o Brasil.

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allseg seguradora reforça presença no mercado de drones com parceria estratégica na DroneShow
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allseg seguradora reforça presença no mercado de drones com parceria estratégica na DroneShow

A allseg seguradora apresentou os resultados da parceria estratégica com a Aviation Consult Services durante a DroneShow Robotics 2026, realizada de 16 a 18 de junho, em São Paulo. Nos últimos 15 meses, a companhia assumiu o 4º lugar no ranking nacional de seguro RETA (Responsabilidade do Explorador de Transporte Aéreo), segundo dados da Susep. A atuação conjunta une a capacidade subscritora da empresa à consultoria aeronáutica especializada para acelerar a expansão em um mercado promissor, que ainda possui 88% da frota sem proteção securitária. Com estande próprio no evento, considerado o maior encontro de tecnologia de drones e geotecnologia da América Latina, as marcas evidenciaram as coberturas focadas na proteção e na conformidade regulatória de operações aéreas, com destaque para o seguro obrigatório RETA e o seguro Casco para drones. O objetivo é fornecer soluções sob medida para operadores profissionais em setores como agronegócio, inspeções estruturais, segurança pública, mapeamento e produção audiovisual. Para o diretor da Unidade de Negócios da allseg seguradora, Valmir Rodrigues, a participação na feira validou a estratégia de nicho da companhia em um segmento com alta demanda reprimida. A empresa destacou-se como a única do setor com presença exclusiva no pavilhão de exposições, atraindo o interesse direto de fabricantes, operadores e Corretores de Seguros. “Fomos muito procurados por diversos profissionais interessados em entender o funcionamento e a obrigatoriedade dessa proteção", afirmou. O executivo ressaltou que a estrutura técnica desenvolvida para o produto permite flexibilidade comercial. "Disponibilizamos um seguro robusto, com diferenciais importantes como a cobertura para operações noturnas. O retorno obtido com a participação no evento ficou muito além daquilo que havíamos projetado inicialmente”, completou. Rodrigues acrescentou que a allseg fortaleceu seu corpo técnico e renovou contratos de resseguro para acompanhar o aumento da complexidade dos equipamentos, que apresentam valor agregado cada vez mais alto. “A allseg opera com uma ampla abrangência de coberturas. A companhia está muito preparada tecnica e comercialmente para atender às demandas de Corretores, fabricantes e operadores que atuam nesse segmento”, pontuou. A diretora comercial da Aviation Consult Services, Luciana Paula, avaliou que o cenário atual de expansão das operações profissionais exige maior rigor na governança de riscos e segurança operacional. Ela detalhou que o seguro Casco oferecido pela parceria protege o equipamento contra danos físicos sofridos em voo, abrangendo falhas operacionais do piloto dentro do envelope de voo, operações sobre a água ou áreas inundadas, voos noturnos e proteção para acessórios acoplados à aeronave. Em relação ao seguro obrigatório RETA, a executiva alertou para o amplo mercado a ser explorado pelos Corretores de Seguros devido ao baixo índice de conformidade no País. “O operador de drone, para poder voar dentro da legislação, tem que ter esse seguro por ser obrigatório”, explicou a diretora. Segundo ela, trata-se de uma apólice de Responsabilidade Civil que ampara danos materiais e corporais causados a terceiros. “Existe uma elevada demanda, mas ainda falta conscientização por parte dos operadores. De um total de 180 mil registros ativos junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), quase 160 mil aeronaves ainda operam sem nenhuma proteção, deixando uma vasta fatia de mercado inteiramente desassistida para os Corretores explorarem”, revelou. Luciana Paula também salientou que o rápido crescimento da allseg na modalidade aeronáutica consolida a presença das empresas em uma categoria cada vez mais relevante para o setor de alta tecnologia, desenhando soluções sob medida que vão além das apólices tradicionais de RETA e Casco. A cooperação entre a seguradora e a consultoria ainda oferece programas personalizados para frotas de fabricantes e distribuidores. A diretora da Aviation Consult Services sinaliza que o principal diferencial do modelo está na análise preditiva dos riscos de voo e na avaliação do histórico de qualificação dos pilotos. Esse processo permite uma subscrição precisa e taxas aderentes à exposição real de cada operação aérea. A presença estratégica na DroneShow 2026 reafirma a diretriz da allseg de investir em ramos especializados de alta tecnologia. “Por meio do suporte aos canais de distribuição e do desenvolvimento de produtos customizados, a companhia consolida sua posição para garantir a sustentabilidade financeira e jurídica de uma atividade econômica em acelerado crescimento no Brasil”, finaliza o diretor da seguradora, Valmir Rodrigues.

PodCast do CSP Bahia recebe fundador do CQCS para discutir inovação e insurtechs
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PodCast do CSP Bahia recebe fundador do CQCS para discutir inovação e insurtechs

O Clube de Seguros de Pessoas e Benefícios da Bahia promove, no próximo dia 14 de julho, às 19h15, mais uma edição do PodCast CSP Bahia, que terá como convidado o fundador do CQCS, Gustavo Doria Filho. A transmissão será ao vivo pelo canal da entidade no YouTube e contará com a apresentação do presidente da instituição, Antonio Daniel Mota, e do vice-presidente, Ulisses Brito. Com quase quatro décadas de atuação no mercado segurador, Gustavo Doria Filho é uma das principais referências nacionais e internacionais quando o assunto é inovação, tecnologia e transformação do setor. Fundador do CQCS, plataforma que conecta mais de 100 mil profissionais em 25 anos de atuação, ele também idealizou o CQCS Inovação, considerado o maior evento de inovação em seguros da América Latina e um dos mais relevantes do mundo. Durante o encontro, o executivo compartilhará sua visão sobre as mudanças que vêm redesenhando o mercado segurador, o avanço das insurtechs, o impacto da inteligência artificial, a evolução dos modelos de negócios e os desafios para seguradoras, corretores e profissionais que desejam se manter competitivos em um ambiente cada vez mais digital. Segundo Antonio Daniel Mota, o podcast reforça o compromisso do CSP Bahia com a disseminação do conhecimento e o debate de temas estratégicos para o desenvolvimento do mercado de seguros de pessoas. "Desde o lançamento do PodCast CSP Bahia, buscamos reunir convidados que contribuam para ampliar a visão dos profissionais do mercado sobre temas relevantes. Receber Gustavo Doria Filho é uma oportunidade de promover uma discussão qualificada sobre inovação e transformação digital com uma das maiores referências do setor. Esse é exatamente o propósito do projeto: levar conteúdo de qualidade, estimular o compartilhamento de experiências e aproximar os profissionais das principais tendências que estão moldando o futuro do mercado", afirma. O dirigente destaca ainda que o PodCast CSP Bahia se consolidou como uma iniciativa pioneira entre as entidades do setor no estado, fortalecendo a atuação institucional do Clube na promoção de conteúdo especializado e no incentivo ao desenvolvimento profissional. Além de fundador do CQCS, Gustavo Doria Filho mantém uma relação histórica com o CSP Bahia, do qual é um dos fundadores. O CQCS também integra o quadro de Beneméritas Ouro da entidade, reforçando uma parceria construída ao longo dos anos em favor do fortalecimento do mercado segurador. A live é aberta aos profissionais do mercado e demais interessados no tema. O acesso é pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=8PLucHRUZMk Serviço PodCast CSP Bahia Tema: Inovação, insurtechs e o futuro do mercado de seguros Convidado: Gustavo Doria Filho (fundador do CQCS) Apresentadores: Antonio Daniel Mota (presidente do CSP Bahia) e Ulisses Brito (vice-presidente) Data: 14 de julho (terça-feira) Horário: 19h15 Transmissão: Canal do CSP Bahia no YouTube Link: https://www.youtube.com/watch?v=8PLucHRUZMk

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